Você vai passear ou estudar no exterior? Você sabia que além do passaporte, visto e dólares ou euros, há outro item fundamental que muitas vezes acaba sendo negligenciado na tentativa de cortar custos ou por não se entender a sua importância?

Isto mesmo, contratar um Seguro Viagem às vezes soa como algo opcional. Não queremos pensar no pior, mas também não queremos fazer uma economia mínima e ficar sem apoio em um momento mais crítico. Além disso, por vezes é requisito obrigatório para a entrada no país de destino e para quem vai estudar fora é normalmente obrigatório.

Veja 3 motivos para contratar um seguro viagem intercâmbio:

1.      Muitos países exigem um seguro viagem

A Comunidade Europeia assinou o tratado de Schengen que exige que todo turista (a passeio, trabalho ou estudo) tenha coberturas mínimas. Se você não tiver um comprovante do seguro na entrada ao país, pode ser deportado ou ter que comprar um seguro na hora, a um preço muito mais alto.

Alguns estudantes, procurando economizar, fazem seguros específicos para um país (como é o caso do seguro governamental na Irlanda). Mas se você estiver estudando na Europa, a chance de você dar um pulinho no país ao lado é enorme. Aí o barato pode ficar caro, pois você pode ser obrigado a comprar um novo seguro.

2.      Perda e extravio de bagagem

Quando se faz o intercâmbio ou uma viagem mais longa, é inevitável fazer uma mala que você precisa despachar. Então um ponto importante é ver a cobertura para perda, atraso, extravio e danos de bagagem. Precisa ter um valor razoável para cobrir o mínimo.

Os seguros cartões de crédito usualmente não cobrem perda de bagagem, somente possuem o serviço de “procura”. Teoricamente eles acompanham com a cia aérea para garantir que a mala chegue o mais rápido possível ou ao menos seja encontrada.

3.      Problemas de saúde

Menos recorrente, mas certamente o mais importante. Quando se está em um país de primeiro mundo, sabemos que a saúde pública é normalmente muito melhor que no Brasil. Entretanto, ele só é gratuito para quem paga os impostos por ali – o que não é o caso do turista ou do intercambista.

Se for algo mais sério, com hospitalização ou cirurgia, que precise trazer alguém da sua família para acompanhar ou até te levar de volta para o Brasil, então o seguro pode ser acionado também.